Segundo o ciclista, entrevistado pelo canal televisivo galês S4C, o plano passa pela prova no sul de França e pelo Dauphiné antes de chegar ao Tour, no qual vai dividir a liderança da INEOS com o compatriota Chris Froome, campeão em 2013, 2015, 2016 e 2017, e o último vencedor, o colombiano Egan Bernal.

Thomas, que venceu a ‘Grande Boucle' em 2018, admitiu que a paragem de vários meses durante a pandemia de covid-19 foi "realmente agradável", por poder ter passado tempo com a família em Cardiff, onde conseguia "sair e treinar".

A Volta a França arranca em Nice no dia 29 de agosto, com Thomas à procura de juntar uma segunda vitória a título pessoal e ajudar, em nome próprio ou ao apoiar Froome ou Bernal, a INEOS a chegar ao sexto triunfo seguido na prova.

Aos 34 anos, o vencedor da Volta ao Algarve em 2015 e 2016 e bicampeão olímpico (2008 e 2012) de perseguição por equipas, na pista, admite que o objetivo, agora, é "desfrutar ao máximo" das corridas.

"Devo ter três, quatro ou cinco anos de sobra, por isso quero desfrutar da bicicleta. Foi complicado [o período de paragem devido à covid-19], mas muita gente ficou em pior estado do que nós", comentou.

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