O líder da 81.ª Volta a Portugal em bicicleta, Jóni Brandão (Efapel), e o segundo classificado João Rodrigues (W52-FC Porto) perspetivaram hoje um contrarrelógio no domingo que vai ser disputado “até à morte” para decidir a vitória.

“No ‘crono’ de domingo, é partir à morte e chegar à morte. O mais forte será o vencedor”, resumiu o segundo classificado que hoje ganhou um segundo ao camisola amarela e garantiu que a entrada para o último dia se faz, para os dois favoritos, com apenas centésimos a separá-los.

Segundo o líder, “a Volta está em aberto” e “ter uma superequipa no papel não conta”, sobretudo no contrarrelógio de 19,5 quilómetros que decide a corrida no domingo, no Porto.

“Todos os dias vou à morte. Fiz muito durante esta Volta, muitas vezes tive de puxar. No domingo é uma luta individual, e a luta está aberta. Agora só depende de mim”, atirou o corredor da Efapel.

Se os dois partem “iguais”, disse o camisola amarela, o perseguidor concordou com a ideia e destacou “as forças muito igualadas” dos dois homens, antes de um exercício em que “não contam os especialistas mas quem recuperar melhor e tiver mais poder”.

Para trás ficou o espanhol Gustavo Veloso (W52-FC Porto), que liderou a prova nos primeiros dias e segue em terceiro a 40 segundos, numa luta que se fez a dois a partir da subida à Serra do Larouco, na oitava etapa.

Aí, o ciclista da Efapel assumiu a liderança e o atleta de 24 anos dos ‘dragões’ posicionou-se a um segundo, que hoje anulou, na subida à ‘mítica’ Senhora da Graça, no final de uma nona etapa ganha pelo colega de equipa António Carvalho, oitavo à geral.

Brandão e Rodrigues decidem na tarde de domingo a vitória na geral final da 81.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta, com um contrarrelógio que arranca de Vila Nova de Gaia e termina no Porto.

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