Com saída de Orlando Duarte do comando técnico da selecção nacional, Jorge Braz ascendeu ao lugar de seleccionador nacional. Agora no VI Grand Prix, torneio internacional de selecções a disputar no Brasil, o técnico irá fazer a sua estreia oficial.

Em declarações aos jornalistas, Jorge Braz recusa a ideia de sentir ansiedade e nervosismo a poucos dias da estreia: “Nervoso não, sinto-me sim privilegiado por poder conduzir esta selecção e este grupo de jogadores fantásticos. A minha paixão pelo futsal  já era enorme e estando neste cargo cresceu mais. Não há tempo para estar nervoso, mas sim preocupado com as funções que ocupo”.

Este é o segundo estágio que o treinador orienta e, por agora, as mudanças não foram muitas relativamente ao trabalho que vinha a ser desenvolvido por Orlando Duarte: “Houve apenas pequenas mudanças. No fundo existe uma grande vontade de dar continuidade à qualidade que já vínhamos a apresentar”.

Do grupo de trabalho que esteve presente no Europeu existem três alterações que saltam à vista. A saída de Evandro e Pedro Costa (retirou-se da selecção) e a entrada de Ricardinho (falhou o Europeu por lesão), Marinho e Fábio Aguiar.

Neste VI Grand Prix, Portugal está integrado no Grupo D com as selecções de Guatemala, Irão e Rússia.

Jorge Braz não espera facilidades perante tais adversários: “O estar presente neste tipo de competições é sempre importante. Vamos iniciar com a Guatemala e queremos vencer, depois temos dois jogos competitivos com a Rússia, uma das melhores selecções mundiais e com o Irão, que foi finalista do Grand Prix anterior. Vamos pensar jogo a jogo e tentar passar o grupo.”

A selecção nacional parte esta quinta-feira à noite para Brasília e disputará o seu primeiro jogo, diante da Guatemala, no próximo domingo.

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