Portugal «não vem para as competições lutar pelo 3º lugar», desabafou Gonçalo Alves, o hoquista português presente na conferência de imprensa após a vitória sobre o Chile por 10-3 e que garantiu o terceiro lugar do Mundial de Hóquei em Patins a Portugal

«A medalha de bronze não é o que queríamos, mas não nos deixaram ir mais longe», enfatizou o número 3 português.

O selecionador Luís Sénica usou a tática anunciada no dia anterior, «cansar o Chile» e garante que se não fosse a arbitragem, da qual não quis falar muito mais, estariam na final: «Fomos sérios, humildes, trabalhadores e merecíamos estar na final. Fomos o ataque mais realizador», afirmou.

Sobre a organização da competição, Sénica aconselhou a melhorar a logística que envolve horários e não deixou de apontar críticas ao Comité Internacional de Hóquei, que «tem muito a melhorar», relembrou.

O Chile, que foi a boa surpresa do Mundial, descreveu a sua participação de forma muito simples: «No princípio o objetivo era passar a fase de grupos, depois ganhar a Itália, depois alcançar o 5º lugar, conseguimos o 4º - objetivo cumprido!», exclamou Mauricio Llera.

O Chile, pouco habituado a estas competições, e depois de passar de 6º para 4º melhor do Mundo em Hóquei, confessou cansaço e falta de resistência para «tantos jogos numa só semana».

«Somos uma equipa de amadores, somos o 1º do mundo dos amadores», regozijou-se Llera.

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