O parlamento aprovou hoje, por unanimidade, votos de saudação do PS e do PCP pela conquista do título mundial pela seleção portuguesa de hóquei em patins.

A votação foi acompanhada de palmas de pé por todas as bancadas, saudando representantes da Federação nas galerias da Assembleia da República.

Portugal sagrou-se campeão mundial de hóquei em patins no domingo, em Barcelona, 16 anos depois da última conquista, ao vencer a Argentina, por 2-1, no desempate por grandes penalidades, após um nulo no final do encontro.

No texto apresentado pelos socialistas, destaca-se “o calendário particularmente difícil” da seleção nacional, que teve de vencer a Itália e a Espanha, antes de derrotar na final a seleção da Argentina.

“A Assembleia da República destaca o espírito de unidade dos atletas da seleção nacional que se revelou determinante para a vitória nesta competição. A vitória alcançada pela seleção portuguesa é uma vitória dos atletas da seleção, equipa técnica e suas famílias, mas também é uma vitória da Federação de Patinagem de Portugal e das centenas de clubes que no país divulgam e promovem o acesso a esta modalidade em que Portugal tem conseguido importantes e significativas conquistas”, salienta o voto do PS.

O texto sobre a mesma matéria apresentado pelo PCP considera que “Portugal cimentou, com esta conquista, o estatuto de grande potência mundial da modalidade, sendo o segundo país com mais títulos mundiais no currículo”.

“Este título é mais uma inequívoca demonstração da vitalidade do desporto nacional que, nas modalidades coletivas e individuais, tem conseguido formar e capacitar clubes, federações, dirigentes, treinadores e atletas, superando-se em participações e resultados”, destacam os comunistas.

No desempate por grandes penalidades, Gonçalo Alves e Hélder Nunes marcaram para Portugal, enquanto pela Argentina apenas conseguiu marcar Nicolia.

A formação das ‘quinas' conquistou o 16.º título mundial, menos um do que a recordista Espanha, reconquistando um título que lhe fugia desde 2003, em Oliveira de Azeméis.

Fora de Portugal, a 'equipa das quinas' não vencia um título desde 1993, sendo que, em Espanha, apenas se tinha sagrado campeã mundial uma vez, em 1960.

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