O Sporting assumiu hoje as suas “responsabilidades” nos incidentes com a polícia após o jogo de hóquei em patins com o Benfica, contudo deseja debater a sua atuação “desproporcional” com o ministério da administração interna.

“Surpreendentemente, nas antípodas da ‘típica’ passividade noutros contextos, as autoridades policiais decidiram optar por agir em força bruta, tendo uma atuação completamente desproporcional à que a situação exigia. (...) Vamos pedir uma reunião de urgência com o ministério da Administração Interna para acautelar que estas situações não se voltam a repetir”, informaram os ‘leões’.

Veja os vídeos dos incidentes

No fim do quinto jogo das meias-finais do ‘play-off’ de hóquei em patins, em que o Benfica ganhou em Alvalade, por 7-5, no prolongamento, juntando-se, assim, na final, ao FC Porto, verificaram-se incidentes graves nas bancadas, envolvendo adeptos leoninos e as forças policiais, que realizaram várias detenções e identificações, inclusivamente do vice-presidente ‘leonino’ para as modalidades.

“No Sporting CP reconhecemos os nossos erros e eu sou o primeiro a ter que dar o exemplo. Reconheço que, independentemente das minhas boas intenções, acabei por me exaltar e exprimir-me de forma incorreta perante as autoridades policiais em defesa dos nossos adeptos e do que considerei − e considero, ainda − ter sido uma intervenção policial exacerbada e desnecessária para o contexto”, assumiu o vogal do conselho diretivo leonino.

O clube lisboeta diz ser uma “influência positiva” na sociedade e entende que “lidera através do exemplo”, recordando que tem “lutado em várias frentes contra a violência (…) e na adoção e apresentação de propostas que visam uma evolução do Desporto com um ecossistema que promove o melhor do espetáculo e a sua sã competitividade”.

“E é desta forma que, em desenvolvimento e autoanálise constante, assumimos, e assumiremos sempre as suas responsabilidades quando for o caso”, realçam os ‘verde e brancos’.

O clube liderado por Frederico Varandas refere ainda o que entende ser a “passividade constante perante o clima de hostilidade que é criado em outros estádios e pavilhões” e considera que essa alegada diferença de tratamento gera um “clima geral de indignação e de sensação de injustiça”.

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