O Comité Olímpico e Paralímpico dos Estados (USOPC) manifestou hoje oposição a um eventual boicote do país aos Jogos Olímpicos de Inverno Pequim2022, motivado pela violação de direitos humanos na China.

Os boicotes já “provaram ter consequências negativas para os atletas e não respondem aos problemas de uma forma satisfatória”, sustentou Susanne Lyons, presidente do USOPC.

Um porta-voz do departamento de Estado norte-americano tinha admitido que os Estados Unidos estão a ponderar analisar com os aliados um boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno Pequim2022, face ao aumento da pressão de grupos políticos e de direitos humanos.

Já hoje, o governo chinês pediu aos Estados Unidos para não avançarem com a decisão de boicotar a competição, rejeitando as acusações de abusos contra minorias étnicas na região de Xinjiang, e considerando que “a politização do desporto prejudica o espírito da carta olímpica e os interesses dos atletas de todos os países”.

Vários grupos ativistas e políticos republicanos aumentaram recentemente os apelos a um boicote aos próximos Jogos Olímpicos de Inverno, que devem disputar-se entre 04 e 20 de fevereiro de 2022, com base em alertas de várias Organizações Não Governamentais, que acusam a China de perseguir muçulmanos uigures e de os colocar em campos de concentração, onde serão vítimas de vários abusos, de acordo com relatos de sobreviventes.

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