O governo 'celebra' hoje a convergência dos programas de preparação olímpica e paralímpica para Tóquio2020, na sua apresentação, no GCentro de Alto Rendimento (CAR) de atletismo, no Jamor, em Oeiras, de acordo com o ministro da Educação.

“O Governo apostou fortemente num esforço para a convergência entre os dois programas, olímpico e paralímpico. Temos um aumento significativo de 13,5% no programa olímpico, relativamente ao que tínhamos alocado para o Rio2016, e caso do paralímpico temos um aumento de 82%”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues, em declarações à agência Lusa.

Os programas a apresentar hoje, a partir das 15:00, contemplam 18,5 milhões de euros para a preparação olímpica, mais dois milhões do que para o Rio2016, e 6,9 para os paralímpicos, num aumento de 3,1 relativamente aos Jogos anteriores.

“É muito especial estar aqui a apresentar o que vai acontecer nos próximos quatro anos, este incremento de condições financeiras para que a preparação possa ser ainda melhor. Num sítio especial, na nave do CAR de atletismo do Jamor, para celebrar o que se fez em muitos dos nossos CAR, tendo a ciência próxima do desporto e da inovação, a pensar no desporto para todos, com os destinatários especiais que são os nossos atletas olímpicos e paralímpicos”, acrescentou o governante.

Tiago Brandão Rodrigues enalteceu o “significado cimeiro” do olimpismo e do paralimpismo na sua vida, depois de ter estado em Londres2012 como adido e no Rio2016 como ministro.

“Sendo amante do olimpismo e do paralimpismo, este é um momento que me marca pessoalmente de forma especial. Vai ser um dia de celebração, em que muitos atletas, treinadores, mas também elementos da academia e do mundo empresarial, se vão unir aos presidentes das federações, dos membros do Governo e dos comités olímpico e paralímpico, frisou o ministro.

Além da apresentação dos programas, que vai ser presidida primeiro-ministro, António Costa, Tiago Brandão Rodrigues destacou a “mostra de muitas unidades de investigação, de universidades, politécnicos ou empresas, que ajudam na preparação dos atletas e na melhoria do equipamento desportivo”.

O contrato-programa de preparação olímpica para Tóquio2020/Paris2024 prevê a obtenção de pelo menos duas medalhas nos próximos Jogos.

Além das duas presenças em lugares de pódio, o contrato estipula ainda a obtenção mínima de 12 diplomas, ou seja, classificações até ao oitavo lugar, e pelo menos 26 iguais ou acima do 16.º posto.

O contrato prevê ainda uma subida das modalidades representadas para 19 (contra 13 em Londres2012 e 16 no Rio2016), e um aumento da presença de atletas femininas, esperando-se que tenham um peso de pelo menos 40% entre os qualificados.

Nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, Portugal só conquistou uma medalha, de bronze, por intermédio da judoca Telma Monteiro, que foi terceira na categoria de -57kg.

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