O Super Bowl prometia um recorde de assistência devido às contingências da pandemia da covid-19, porém os 96,4 milhões de espetadores na CBS significaram a menor audiência deste evento desde 2007, apesar de novos máximos em ‘streaming’.

As pessoas aconselhadas a ficar em casa e a evitar confraternizações com familiares e amigos devido ao vírus, bem como o esperado embate entre os ‘quaterback’ Tom Brady e Patrick Mahomes foram insuficientes para um recorde, que só aconteceu no online com 5,7 milhões de visualizações, já incluídas nos números globais.

O claro êxito dos Tampa Bay Buccaneers sobre os até então campeões Kansas City Chiefs (31-9), com expressivo 21-6 ao intervalo, terá ajudado a serenar o interesse dos norte-americanos durante o seu momento televisivo favorito do ano.

O recorde de assistência foi fixado em 2015 quando os New England Patriots jogaram com os Seattle Seahawks, perante 114,4 milhões de espetadores.

Os 5,7 milhões de norte-americanos que seguiram o jogo por streaming estabeleceram um novo máximo através desta plataforma, um aumento de 65% em relação a 2019, quando esse número nunca tinha ultrapassado os quatro milhões.

Em termos de zonas onde o embate suscitou maior interesse, destaque para a cidade do Kansas, onde o desafio foi visto por 59,9% da população, Boston pela forte ligação a Tom Brady, em segundo com 57%, enquanto Tampa completou o pódio com 52.3%.

Num cenário audiovisual cada vez mais fragmentado nos Estados Unidos, o Super Bowl continua, ainda assim, a ser o programa suscetível de unir todo o país, num evento festivo que junta habitualmente familiares e amigos.

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