O Circuito Internacional de Montalegre, que este fim de semana recebeu a segunda etapa do campeonato mundial de ralicrosse, vai ter uma nova bancada em 2019 com 3.000 lugares, disse hoje à Lusa o vice-presidente da câmara local.

David Teixeira adiantou que irá ainda ser aumentado o ‘paddock’, criado um posto médico e melhorado os acessos quer à pista, quer à vila de Trás-os-Montes, no distrito de Vila Real.

O objetivo é dar mais e melhores condições aos visitantes, assim como criar mais espaços para que mais pessoas possam assistir à competição, afirmou.

O investimento nestas melhorias, à semelhança deste ano, deverá rondar os 300 mil euros, revelou.

O vice-presidente contou que o circuito teve lotação esgotada com 27.000 pessoas, havendo mesmo pessoas que já não conseguiram entrar.

Considerando que Montalegre defende Portugal nesta competição, David Teixeira sublinhou que a prova começou no sábado com sol e terminou hoje com neve, dando um colorido diferente à organização.

“Montalegre é conhecido por ter a pista mais alta deste campeonato e, hoje, comprovou-o”, frisou.

Este evento, cujo Montalegre assegurou até 2022, é importante para a sustentabilidade e dinamização económica do território, entendeu.

O campeão do mundo em título Johan Kristofferson, ao volante de um Wolkswagen Polo R, venceu a corrida final da segunda etapa do Mundial de Ralicrosse, mantendo a liderança do campeonato, com 53 pontos.

Na prova de abertura do campeonato, em Barcelona, o vencedor foi Ekstrom, mas um toque no arranque levou à sua desclassificação, a favor de Kristoffersson.

Depois de Montalegre, o Mundial de Ralicrosse segue para Mettet, na Bélgica, e termina em novembro na Cidade do Cabo, na África do Sul.

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