O diretor desportivo da Ferrari, Stefano Domenicali, demitiu-se hoje do cargo, justificando a decisão como uma forma de “mudar radicalmente” a escuderia italiana de Formula 1, que não vence um Mundial de construtores desde 2008.

“Há momentos na vida profissional de uma pessoa em que é preciso ter coragem para tomar decisões difíceis. Está na altura de fazer uma mudança importante. Como diretor desportivo assumo toda a responsabilidade pela situação que estamos a viver e por isso esta decisão é uma forma de mudar radicalmente o ambiente e tomo-a para o bem do grupo”, explicou Domenicali em comunicado.

A demissão do italiano, de 48 anos, foi aceite pelo presidente da Ferrari, Luca Cordero di Montezemolo, que já nomeou Marco Mattiaci, até agora responsável máximo da marca na América do Norte, como seu substituto.

Domenicalli, que trabalhava para a Ferrari desde 1991, assumiu o cargo de diretor desportivo da escuderia em 2008, ocupado o lugar que pertencia ao francês Jean Todt, e logo no primeiro ano conquistou o Mundial de construtores, com o finlandês Kimi Raikkonen e o brasileiro Felipe Massa.

Contudo, desde esse ano, a Ferrari nunca mais conquistou nenhum campeonato na Fórmula 1, nem mesmo o de pilotos, tendo o último sucedido em 2007 com Raikkonen.

Esta temporada, em três Grandes Prémios realizado, a Ferrari ainda não alcançou qualquer presença no pódio, tendo tido dois quartos lugares pelo espanhol Fernando Alonso.

Na última ronda, no Bahrain, Alonso foi nono classificado e Raikkonen terminou na décima posição, um resultado que coloca a escuderia italiana na quinta posição do Mundial de construtores, com 33 pontos.

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