O piloto britânico Lewis Hamilton (McLaren) disse esta sexta-feira concordar com a decisão da Federação Internacional do Automóvel (FIA) em realizar como previsto o Grande Prémio do Bahrein de Fórmula 1.

Em Xangai, onde este fim de semana se disputa o Grande Prémio da China, terceira prova do Mundial, Lewis Hamilton, segundo do campeonato, disse esperar que a FIA tomasse «uma decisão» acrescentado que está «concentrado nesta prova, que é o mais importante», para tentar «uma vitória».

«Se afinal vamos é porque a FIA, depois de ter feito uma investigação, considerou que era seguro. Espero que seja uma boa prova e que corra bem», disse o piloto catalão Pedro de la Rosa acrescentando que não conhece «a situação do Bahrein» e por isso confia na organização.

Na mesma linha, o mexicano Sérgio Pérez, o francês Romain Grosjean, o venezuelano Pastor Maldonado e o brasileiro Bruno Senna assumiram contentamento pela decisão.

No entanto, a Amnistia Internacional relembrou que «a crise de direitos humanos no Bahrein não terminou» e alertou para as possíveis repercussões da realização do Grande Prémio, que foi cancelado em 2011.

A escalada de violência nos confrontos entre as forças fiéis ao regime e os opositores já causou pelo menos 50 mortos.

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