Miguel Oliveira mostrou-se hoje "confiante" para o Grande Prémio de Portugal em Moto 3, a decorrer domingo no Estoril, admitindo que um "bom resultado" seria melhorar o quinto lugar que conseguiu no Qatar, a prova inaugural do mundial de motociclismo.

Depois de ter registado o terceiro melhor tempo na qualificação e um lugar na primeira linha da grelha de partida, atrás de Sandro Cortese (KTM) e Maverick Viñales (Honda), o português recusou afirmar taxativamente querer ganhar no Estoril.

«Tenho de fazer uma boa corrida e um bom resultado seria melhorar o quinto lugar do Qatar. Estou confiante», disse aos jornalistas.

Nos treinos livres da manhã, o jovem, de 17 anos, tinha já feito o terceiro melhor tempo (1.48,029 minutos), mas apenas segurou o terceiro melhor registo à tarde, na última volta da qualificação, quando baixou para 1.47,916.

Para a corrida de domingo já definiu a estratégia: «Sair rápido, tomar as primeiras voltas com calma, mas com muita atenção para nenhum dos da frente se escapar e para estar sempre no grupo».

Miguel Oliveira quer fazer uma corrida «tranquila, sem pressão», mas sempre com os olhos postos nos seus mais diretos adversários, que têm mostrado chegar mais cedo à marca dos 1.47 minutos.

«De ritmo podemos estar iguais, mas eles se nas primeiras voltas conseguirem fazer uma volta em 1.47 e eu não pode abrir-se logo ali uma distância e eu não quero isso. Mas já temos algumas ideias para melhorar a mota, que não está 100 por cento perfeita, mas vamos tentar isso», acrescentou.

O piloto recusa sentir maior pressão por correr em ‘casa’ e prefere usar a palavra «expectativa».

«Acho que é a mais a expectativa das pessoas. É lógico que a expectativa aumenta, vendo-me sempre na frente, fazendo grandes tempos. Não tenho nenhuma pressão. Sei aquilo que tenho de fazer e sei como tenho de fazer», concluiu.

O Grande Prémio de Portugal é a terceira prova do mundial de motociclismo, no qual Miguel Oliveira segue em oitavo lugar, depois de uma nona posição no Qatar e sem acabar a prova de Jerez de la Frontera, porque os júris recusaram o seu regresso à pista após uma queda.

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