Depois de confirmada a decisão dos organizadores do torneio de Wimbledon de impedirem a participação de tenistas russos e bielorussos na edição 2022 da prova, em virtude da guerra na Ucrânia, Novak Djokovic pronunciou-se contra esta medida.

Apesar de fazer questão de sublinhar que condena o conflito, o tenista sérvio não compreende por que razão é que os jogadores têm de ser afetados.

"Condenarei sempre a guerra. Enquanto filho da guerra, sei quantos traumas emocionais ela deixa e sei que as pessoas são quem mais sofre. Nos Balcãs tivemos muitas guerras na história recente. Mas não posso apoiar a decisão de Wimbledon porque os jogadores não têm nada a ver com isso", apontou.

Djokovic falou após o triunfo de quarta-feira sobre o compatriota Laslo Djere, no torneio ATP de Belgrado. O líder do raking mundial falou também do momento que atravessa.

"Não estou no meu melhor, mas não é a primeira vez que vivo situações como esta e sei o que tenho de fazer. Vou tentar usar a minha experiência para elevar o meu nível de jogo. Preciso de mais jogos e esta vitória foi muito importante para a minha autoconfiança", sublinhou Djoko depois daquele que foi apenas o quinto jogo (e terceira vitória) neste ano, devido às limitações que lhe foram impostas por não estar vacinado contra a COVID-19.

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