O australiano Lleyton Hewitt, antigo número um mundial e vencedor de dois Grand Slam, foi nomeado para o ‘Hall of Fame’ do ténis, uma espécie de panteão dos notáveis da modalidade, informou hoje o organismo.

Hewitt, que ganhou 30 títulos do ATP Tour durante a carreira de 18 anos, venceu o Open dos Estados Unidos, em 2001, ao derrotar o norte-americano Pete Sampras na final, e, depois, Wimbledon, em 2002, com uma vitória sobre o argentino David Nalbandian.

“Quando se está a competir, fica-se tão focado no treino e nos resultados daquela semana ou daquele ano que não se pensa em mais nada”, disse Hewitt, de 40 anos, considerando a homenagem como o "derradeiro reconhecimento”.

Também incluídos nesta promoção ao ‘Hall of Fame’ estão os nove jogadores do ‘Original 9’, um movimento de protesto contra a disparidade de dotações dos prémios monetários entre homens e mulheres, que se formou há meio século, abrindo caminho à paridade financeira.

Por isso, o ‘Hall of Fame’, em Newpoort (Estados Unidos), também irá receber os norte-americanos Peaches Bartkowicz, Rosie Casals, Julie Heldman, Billie Jean King, Kristy Pigeon, Nancy Richey e Valerie Ziegenfuss e os australianos Judy Tegart Dalton e Kerry Melville Reid.

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