O total de prémios para os tenistas que participarem no próximo Open dos Estados Unidos será de 60,1 milhões de dólares (59 milhões de euros), anunciaram hoje os organizadores do torneio que se disputa em Nova Iorque.

O montante, que é o maior de sempre, tem reservado 2,6 milhões de dólares para quem vencer no quadro de singulares masculinos e também no de femininos.

Esta é a primeira vez que o total dos prémios de um torneio de ténis ultrapassa os 60 milhões, superando o também recorde de 57,5 milhões do ano passado.

A subida passa sobretudo pela vontade de remunerar melhor quem caia nas primeiras rondas da competição.

Os 80 mil dólares para quem perca logo no arranque são um aumento de 85% e os 121 mil dólares para a eliminação na segunda ronda representam um acréscimo de 57%.

Na fase de qualificação, serão entregues 6,25 milhões de dólares, um crescimento de 223% face a 2016.

Estes prémios, de valor igual para homens e mulheres, foram determinados pela federação de ténis norte-americana (USTA), após consulta do conselho de jogadores da ATP e da WTA.

O quadro principal do Open dos Estados Unidos, o quarto Grand Slam da temporada, arranca em 29 de agosto em Flushing Meadows, Nova Iorque. Em 2021, os vencedores foram o russo Daniil Medvedev e a britânica Emma Raducanu.

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