O piloto francês Sébastien Ogier (Toyota Yaris) conquistou hoje, pela oitava vez, o título mundial de pilotos ao vencer o Rali de Monza, 12.ª e última prova da temporada, pelo segundo ano consecutivo.

O piloto francês, que só precisava de terminar em terceiro para renovar o título, ainda apanhou um susto ao bater num bloco de cimento, mas conseguiu bater o britânico Elfyn Evans, seu companheiro de equipa na Toyota, e ficar a apenas um título do recorde do francês Sébastien Loeb (nove).

Ogier gastou 2:39.08,6 horas para completar as 16 classificativas, deixando o britânico Elfyn Evans na segunda posição, a 7,3 segundos, e o espanhol Dani Sordo (Hyundai i20) em terceiro, a 21,3.

Com meio segundo a separar os dois contendores ao título à entrada para o último dia, a disputa ficou ainda mais acesa após a primeira das três especiais, com Ogier e Evans a empatarem no segundo lugar, atrás do belga Thierry Neuville (Hyundai i20).

Mas, Ogier puxou, então, dos ‘galões’ e bateu o britânico na penúltima especial por sete segundos, bastando-lhe ser quinto na power stage final, a um décimo de segundo de Evans, que foi quarto.

Uma despedida em cheio para o piloto natural de Gap, que em 2022 quer dedicar-se mais à família e experimentar as 24 Horas de Le Mans, em resistência, participando em apenas algumas provas do Mundial de Ralis.

“Mas vencemos o rali? Com toda a emoção, nem ouvi o que nos disseram na rádio. Nem sei o que dizer, é incrível”, frisou o piloto da Toyota.

Evans, que perdeu o título pelo segundo ano consecutivo, mostrou-se “naturalmente desapontado”.

“Foi um ano bom, mas não posso evitar sentir-me um pouco desapontado. Olhamos sempre para aquilo que poderíamos ter feito melhor”, disse.

Com estes resultados, Ogier somou 230 pontos contra os 207 de Evans. Neuville, que hoje foi quarto classificado, terminou o campeonato no degrau mais baixo do pódio, com 176.

A Toyota também assegurou o título de construtores, o quinto, com 522 pontos, com a Hyundai em segundo, com 462. A Ford foi terceira, com 200.

Ogier foi mesmo o mais forte, tendo triunfado em cinco das 12 provas, Evans (vencedor em Portugal), Neuville e o finlandês Kalle Rovanperä (Toyota Yaris) ganharam duas e o estónio Ott Tänak (Hyundai i20) venceu uma.

O francês Yohann Rossell (Citroën C3) garantiu hoje o título em WRC3, enquanto em WRC2, o norueguês Andreas Mikkelsen (Skoda Fábia) já tinha assegurado o cetro antes desta última prova.

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