O tenista português Pedro Sousa qualificou-se para as meias-finais de singulares do Lisboa Belém Open, torneio de categoria Challenger que está a decorrer no Club Internacional de Foot-Ball (CIF), em Lisboa, enquanto Gonçalo Oliveira acedeu à final de pares.

A jogar em casa, o 111.º colocado do ‘ranking’ ATP e segundo cabeça de série impôs-se ao jovem cazaque Dmitri Popko (178.º ATP), de 23 anos, em três equilibrados ‘sets’, só resolvidos ao cabo de uma hora e 40 minutos, com os parciais de 7-5 e 6-3.

“Não entrei muito bem porque ele começou bastante sólido. Acho que nem estava a jogar mal, apesar de o serviço não estar a fazer grande mossa. Tentei puxar mais pelo serviço e continuar a jogar, porque ele acabaria por baixar um bocadinho o nível. E baixou. Eu subi um bocadinho o meu nível, ele também parecia um bocado cansado, e acabei por ganhar o primeiro ‘set’. O segundo também foi duro, mas joguei bastante bem e acho que fiz o meu melhor encontro até agora”, afirmou o lisboeta, depois de ter sofrido dois ‘breaks’ de entrada e ter recuperado da desvantagem de 0-3 e de 2-4.

Após eliminar na estreia o amigo português Gastão Elias, o francês Hugo Grenier (248º ATP), nos oitavos de final, e hoje o cazaque Popko, Pedro Sousa assegurou o regresso às meias-finais do Lisboa Belém Open, depois do desaire frente ao chileno Cristian Garín, número 20 da hierarquia mundial, em 2018.

Desta vez, numa meia-final agendada para sábado às 10:30 no ‘court’ central do CIF, o número dois português, de 32 anos, vai jogar contra o italiano Alessandro Giannessi (164.º ATP), que lidera o confronto direto por 4-3.

A segunda meia-final do Lisboa Belém Open será disputada pelo espanhol Jaume Munar, primeiro pré-designado, que bateu o francês Alexandre Muller, por duplo 6-2, e pelo italiano Federico Gaio, após a vitória deste ante o brasileiro Guilherme Clezar, pelos parciais de 5-7, 6-4 e 7-6 (7-4).

A final de pares, por sua vez, contará com a presença do português Gonçalo Oliveira, que na companhia do parceiro dominicano Roberto Cid Subervi, afastou hoje a dupla 100% nacional, constituída por Francisco Cabral e Nuno Borges, por 3-6, 6-3 e 10-8.

“Foi um bom encontro, eles jogaram bem. Tem sido uma boa semana e divertido. É a segunda final em Lisboa e espero, desta vez, ganhar o torneio”, comentou o jogador portuense, referindo-se à derrota sofrida em 2017, ao lado de Frederico Gil, no derradeiro encontro.

Na luta pelo 10.º título Challenger, na vertente de pares, Oliveira e Subervi vão ter pela frente o finlandês Harri Heliovaara e o checo Zdenek Kolar, que bateram Chun-hsin Tseng (Taipé) e Kacper Zuk (Polónia) também em três partidas, por 4-6, 6-1 e 10-7.

“Conhecemo-nos todos muito bem e vai ser uma final, com certeza, dura. Se calhar, só vai ser decidida nos detalhes, como foi o encontro de hoje”, anteviu Oliveira, número 81 do mundo no ‘ranking’ ATP de pares.

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