Rafael Nadal, número um do ténis mundial, endereçou hoje condolências aos familiares das vítimas dos incêndios em Portugal e Espanha, unindo-se às manifestações de solidariedade de vários desportistas espanhóis.

“Lamento o que aconteceu na Galiza, nas Astúrias e Portugal. Horror e impotência. Todo o meu apoio aos familiares dos mortos”, escreveu o tenista espanhol na sua conta no Twitter.

Antes de Rafael Nadal, também Fernando Verdasco expressou a sua “tristeza perante os danos que uns desgraçados estão a conseguir causar”.

“Que se faça justiça. Muita força Galiza, Astúrias, Portugal”, completou o tenista madrileno.

Com a Galiza, onde morreram quatro pessoas, Astúrias e Portugal a serem fustigados por incêndios, os desportistas espanhóis uniram-se à onda de solidariedade, com o piloto de Fórmula 1 Fernando Alonso (McLaren-Honda) a ser um dos primeiros a pronunciar-se.

“Galiza, Astúrias, Portugal… com a sua beleza, as suas terras, as suas gentes… dói-me a alma ao ler as notícias e ao ver as imagens. Leis mais duras”, pediu o asturiano no Twitter.

A viver no Porto há dois anos, o guarda-redes Iker Casillas não escondeu a sua “raiva” pelos danos provocados pelos incêndios, numa publicação acompanhada por uma fotografia onde se podem ver populares a tentar apagar as chamas.

“Muita força para as zonas afetadas pelos incêndios em Portugal, Astúrias e quase toda a Galiza”, escreveu o jogador do FC Porto.

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram pelo menos 36 mortos, sete desaparecidos, 62 feridos, dos quais 15 graves, além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas.

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo, para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios.

Portugal acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e o protocolo com Marrocos, relativos à utilização de meios aéreos.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, no verão, em que um fogo alastrou a outros municípios e provocou 64 mortos e mais de 250 feridos.

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