Sabine Lisicki confirmou a justiça do "wild-card" que lhe foi atribuído, depois de um ano marcado por uma grave lesão, mas é o regresso de Maria Sharapova à final do torneio de Wimbledon, onde triunfou em 2004, que mais marcou a segunda meia-final do Grand Slam britânico.

"Estou tão contente, pois já faz algum tempo. Mas ainda me falta muito por fazer", frisou Sharapova, depois de vencer a 62.ª do "ranking", por 6-4, 6-3.

Lisicki teve pontos para 4-0, mas a ex-número um mundial manteve-se concentrada e ganhou nove dos dez jogos seguintes, para se instalar confortavelmente no comando. E nem a 10.ª dupla-falta da russa que permitiu recuperar um dos breaks, para 1-3, foi suficiente para Lisicki poder discutir o set, pois Sharapova viria a quebrar-lhe novamente o serviço. A alemã ainda alimentou esperanças com mais um break para reduzir para 3-5, mas capitulou quando cometeu o 14.º erro não forçado.

Sharapova tem garantida a subida ao quinto lugar do "ranking" ou ao terceiro, caso ganhe no sábado. Sharapova ganhou o único duelo com Petra Kvitova, no ano passado, mas é a experência da russa nas grandes finais que lhe dá maior favoritismo: a russa já triunfou em Wimbledon (2004), Open dos EUA (2006) e Open da Austrália (2008) e perdeu o derradeiro encontro do Open australiano de 2007.

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