A dupla portuguesa Frederico Gil e Gonçalo carimbou hoje o acesso à final do Lisboa Belém Open, depois de uma vitória sofrida diante dos húngaros Attila Balazs e Gabor Borsos, por 6-7 (5-7), 7-5 e 10-6.

Depois o triunfo, Frederico Gil começou por dizer que as condições do ‘court’ não foram as melhores, mas considerou que foram superiores aos adversários e explicou que foi o segredo para a vitória.

"Este 'court' é muito mais rápido, por baixo está mais rijo, o campo está mais seco e a bola anda mais rápido. O serviço e as bolas rápidas são mais difíceis de devolver. Acho que a chave do jogo foi termos ficado até ao fim a acreditar que podíamos virar. Tentamos meter o máximo de respostas possíveis dentro, porque quem servia tinha sempre muita vantagem", argumentou.

A dupla ‘wild-card' referiu que "a mínima descontração" podia ter sido suficiente para alterar o rumo do encontro, mas admitiu que foram "melhores" no super ‘tie break'.

Já Gonçalo Oliveira recordou o grande equilíbrio registado nos dois primeiros parciais, mostrando-se feliz pela semana bem conseguida.

"Os dois primeiros ‘sets’ do jogo foram superequilibrados, mas no super ‘tie break' jogámos bastante melhor, metemos muitas respostas agressivas, duas ou três paralelas que foram decisivas. Acho que estamos numa boa semana e agora é continuar a trabalhar", declarou.

A terminar, Frederico Gil alertou que para a final de sábado é preciso "acreditar e ter uma mentalidade vencedora" diante da dupla composta por Ruan Roelofse (África do Sul) e Christopher Rungkat (Indonésia) e sublinhou que ao lado de Gonçalo Oliveira "tem tudo para ganhar".

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