O coordenador técnico da seleção nacional de optmist, Rui Albuquerque, apontou à a reconquista do título como a meta a atingir o campeonato Africano da categoria, a disputar-se de 29 de junho a 6 de julho, na cidade egípcia de Alexandria.

Falando à Angop, a propósito da convocatória da equipa nacional com posta por cinco velejadores, o responsável acrescentou que o país tem forte potencial para conquistar esta especialidade

Fruto disso, o coordenador promete empenho na preparação para evitar irregularidades dos atletas durante as regatas, rumo à reconquista do troféu em individual (masculino) e por equipas, "como aconteceu na edição de 2017 em Luanda”, frisou.

Rui Albuquerque salientou, por outro lado, que a preocupação está na classe feminina (individual), onde a única representante angolana, Aline Lourenço, medalha de bronze na prova passada, terá adversárias difíceis, como a moçambicana Denise Parruque (campeã), a sul-africana Chiara Fruet (vice). No entanto, diz que vão tentar uma representação digna.

O dirigente informou também que o grupo começa a trabalhar na quarta-feira no período da tarde, na Baia de Luanda, na qual aprimorará as largadas, rondagem das boias e a leitura das bandeiras utilizadas pelos fiscais durante o percurso da competição, visando manter um conjunto sólido para o evento.

A seleção nacional, que viaja para o palco da competição no dia 28 de junho, via Adis Abeba, é composta por Osvaldo da Gama, Osvaldo Carlos, Emilio Chissingui, Graciano Domingo e Aline Lourenço. Moisés Camota é o selecionador.

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