As atletas da seleção feminina de Cabo Verde de voleibol estão agastadas com a decisão da federação da modalidade de suspender a participação da equipa no play-off africano de apuramento para o Mundial de Itália.

Cabo Verde deveria estar, neste momento, a competir em Nairobi (Quénia), com o objetivo de chegar ao Mundial, no Grupo U juntamente com as equipas nacionais do Quénia, das Seychelles, do Uganda, da Tunísia, do Senegal e de Moçambique.

A prova, de acordo com o calendário da Confederação Africana de Voleibol realiza-se de hoje até 23 de fevereiro, mas a direção da Federação Cabo-verdiana de Voleibol decidiu pela retirada da equipa cabo-verdiana, depois da sua inscrição, alegando falta de dois mil e quinhentos contos para custear a despesa, após a eliminação da seleção masculina.

Uma decisão que em nada agradou o coletivo das jogadoras que, num comunicado tornado público, demonstrou "o total desagrado pelo modo como o caso foi tratado pelas instituições competentes" e acusam mesmo a "Federação Cabo-verdiana de Voleibol e a Direcção-Geral dos Desportos de falta de diálogo".

As atletas consideram que “as duas entidades inviabilizaram administrativamente a participação da seleção feminina da última fase de apuramento continental para o Mundial Itália'2014".

Assim como a seleção masculina, a equipa feminina havia conquistado o passaporte para disputar a vaga para o Mundial, depois de ter passado as fases de eliminatórias realizadas nas cidades de Dakar (Senegal) e Praia.

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