O piloto mexicano Sergio Pérez (Red Bull) conquistou hoje, no Grande Prémio de Singapura, a segunda vitória da temporada de Fórmula 1, numa jornada em que o companheiro Max Verstappen desperdiçou o primeiro ‘match point’ para o campeonato.

O piloto mexicano cortou a meta na primeira posição, após 2:02.15,238 horas de corrida e com 7,595 segundos de vantagem sobre o monegasco Charles Leclerc (Ferrari), que foi segundo, e 15,305 segundos sobre o espanhol Carlos Sainz (Ferrari), que foi terceiro classificado.

O neerlandês Max Verstappen, que podia sonhar com os festejos do segundo título de pilotos em Singapura em caso de vitória (e se Pérez ficasse fora do pódio e Leclerc abaixo de oitavo), acabou por desperdiçar a oportunidade ao terminar na sétima posição, a 1.03,825 minutos, atrás dos McLaren (Lando Norris foi quarto e Daniel Ricciardo quinto) e de Lance Stroll (Aston Martin).

O piloto da Red Bull, que no sábado se qualificou na oitava posição, fez um mau arranque e ficou preso no pelotão, depois de a largada ter sido adiada uma hora devido à chuva que caiu em Singapura.

Max Verstappen ainda conseguiu chegar ao quinto lugar, mas viria a cometer um erro, queimando uma travagem, o que o obrigou a uma passagem extra pelas boxes para trocar os pneus, que ficaram danificados.

Com isso, caiu para fora dos pontos e teve de encetar nova recuperação.

Quem não cometeu erros foi Sergio Pérez; o mexicano, que conquistou a quarta vitória da carreira, aproveitou um mau arranque de Leclerc, que saía da ‘pole position’, para saltar para a liderança, que não mais largou, mesmo sendo pressionado pelo monegasco durante toda a corrida.

O piloto da Ferrari explicou que o carro “patinou” na partida. “Segui atrás do Pérez, dei o máximo mas não consegui passar”, lamentou.

O GP de Singapura acabou por ficar também marcado pelo recorde conseguido pelo espanhol Fernando Alonso (Alpine), um dos desistentes com problemas mecânicos (só terminaram 14 dos 20 pilotos), que chegou às 351 provas, mais uma do que o finlandês Kimi Räikkönen.

“Estou um pouco desapontado. Já tenho menos 50 pontos este ano por problemas mecânicos”, disse o piloto asturiano, de 41 anos.

Com estes resultados, Verstappen mantém o comando, com 341 pontos, mais 104 do que Leclerc, que tem 237. Pérez é terceiro, com 235.

Entre os construtores, a Red Bull lidera, com 576 pontos, contra os 439 da Ferrari e os 373 da Mercedes.

Segue-se o GP do Japão, 18.ª de 22 corridas, no próximo fim de semana, em que Max Verstappen pode ser campeão. Para isso, precisa de vencer e marcar a volta mais rápida, de forma a conquistar os oito pontos a Leclerc que precisa (e 10 a Pérez).

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