As pessoas e organizações ligadas à defesa de Rui Pinto, o hacker responsável pela descoberta dos casos Football Leaks e Luanda Leaks realizaram esta sexta-feira uma conferência de imprensa num hotel de Lisboa, onde abordaram o caso do hacker responsável pela divulgação dos documentos que levaram à descoberta destes casos.

Francisco Teixeira da Mota, advogado português, revelou o orgulho em poder defender Rui Pinto.

"Em relação a Rui Pinto, não posso dizer tudo, porque como advogado não posso dizer tudo. Mas tenho o orgulho de defender Rui Pinto. Ele mantém a mesma disposição de colaborar com as autoridades portuguesas na luta contra a corrupção e a lavagem de dinheiro. Ele continua disposto e aberto no sentido de cooperar com as autoridades nacionais e internacionais" , disse, reforçando ainda que continua com a expectativa de que exista abertura da justiça portuguesa para aceitar esta cooperação do 'WhistleBlower' português.

"Tenho a expectativa que as autoridades portuguesas encontrem um caminho para combater a corrupção e para o Rui Pinto contribuir para isso, como é a sua vontade. Quanto as consequenciais dessa colaboração, não posso falar sobre isso", respondeu quando questionado sobre a possibilidade da colaboração do hacker com a justiça portuguesa.

A conferência de imprensa realizada esta sexta-feira teve a presença de  William Bourdon e Francisco Teixeira da Mota, advogados, Gerard Ryle, diretor do ICIJ - International Consortium of Investigative Journalists, Edwy Plenel, editor de Mediapart, representando o CIJ - Consórcio Internacional de Jornalistas, Stefan Candea, coordenador do European Investigative Collaborations, Henri Thulliez, diretor da PPLAAF - Plateforma de Proteção dos denunciantes em África, e Delphine Halgand-Mishra, diretora Exec da The Signals Network.

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