A FIFA deverá voltar a mexer no calendário internacional para os jogos das seleções. O organismo quer mudanças e, por isso, está reunido em Doha, Qatar, com grupos de jogadores e treinadores para debater as mudanças a serem introduzidas.

No final, Arsène Wenger, chefe de Desenvolvimento Global da FIFA, falou aos jornalistas sobre as conclusões das reuniões.

"Todos os agentes estão preocupados com a quantidade e qualidade dos jogos. Queremos implementar menos viagens e menos mudanças climáticas. A forma atual como são disputados os jogos de seleções e clubes não é a mais adequada. Há que reduzir jogos, mas têm de ser muito mais interessantes. É isso que os fãs querem e têm pedido. Também há que reduzir as diferenças entre as confederações e dar as mesmas oportunidades", apontoi o antigo treinador do Arsenal.

Na conversa com os jornalistas, Wenger lembrou que "o calendário atual está desfasado".

"Há paragens em setembro, outubro, novembro, março e junho. Depois em julho inicia-se a temporada. Tudo isto é demasiado. Trata-se de reagrupar as fases de apuramento para evitar viagens. Agosto e setembro ficariam só para as competições de clubes e outubro para as fases de qualificação. De novembro até ao final da temporada seria apenas para o futebol de clubes. Há que reorganizar as coisas e todos irão beneficiar disso, a começar pelos clubes, pois não haveria paralisações", explicou o francês.

Questionado sobre a possibilidade de o Mundial de futebol realizar-se de dos em dois anos, como deseja a FIFA, Wenger lembrou que "a decisão será democrática e tomada pelos 211 países que fazem parte da FIFA".

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