A vida de Paulinho Cascavel cruzou-se desde cedo com a de Caio Júnior não só no futebol, mas também porque ao casar-se ganhou-o como primo. O antigo avançado de Sporting e V. Guimarães falou ao SAPO Desporto nesta hora de tristeza que a sua família atravessa pelo morte do treinador que se encontrava no avião que transportava a Chapecoense desde São Paulo e caiu perto de Medellín.

“Fomos apanhados de surpresa. É uma tristeza muito grande. Chapecó fica a 350 km de Cascavel, nós tínhamos familiares nesse avião, primos da minha esposa e por isso meus primos. Uma tragédia destas gera uma tristeza muito grande. Estamos sentindo muito pelo Caio, e por outro familiar que estava junto, o seu adjunto, ainda um menino. Não há muito que dizer numa hora destas. Quando acontece com alguém próximo, ficamos meio sem reação, perdemos o chão”, afirmou ao SAPO Desporto.

Enquanto jogador, Caio Júnior chegou a Portugal para substituir precisamente Paulinho Cascavel que em 1987 assinava pelo Sporting. O brasileiro recorda o seu primo com “uma pessoa muito equilibrada, um bom pai de família” e lamenta o seu desaparecimento “num momento bom da vida em que estava a ter sucesso na sua carreira e pensava noutros voos”.

“Ele não merecia isto. Dava-se bem com toda a gente. É uma pena”, concluiu.

Caio Júnior jogou no V. Guimarães entre 1987 e 1992, tendo depois passado por Estrela da Amadora (1992/94) e Belenenses (1994/95).

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