Na sexta-feira, Rueda tinha admitido que o Santos iria estudar a possibilidade de retirar a camisola com o número 10, em homenagem a Pelé, maior ícone dos paulistas e do futebol brasileiro, que morreu na quinta-feira, aos 82 anos.

No entanto, hoje, o presidente do clube brasileiro explicou que foi descoberta uma entrevista de Pelé, datada de 2017, em que o ‘rei’ foi questionado sobre a possibilidade de o Santos retirar o número 10 em sua homenagem.

“Disse claramente que não gostava da ideia”, declarou Rueda, esclarecendo que, após ter conhecimento das declarações de Pelé, a direção do Santos desistiu da ideia de retirar aquele número.

Edson Arantes do Nascimento, conhecido como Pelé, morreu na quinta-feira, aos 82 anos, no hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, na sequência da “falência de múltiplos órgãos, resultado da progressão do cancro do cólon associado à sua condição clínica prévia”, segundo aquele estabelecimento hospitalar, em comunicado.

Pelé estava internado desde o dia 29 de novembro naquele hospital para tratamento de quimioterapia a um tumor no cólon e tratamento de infeção respiratória, e o seu estado de saúde agravou-se na última semana.

Pelé, nascido a 23 de outubro de 1940 na cidade Três Corações, em Minas Gerais, foi o único futebolista três vezes campeão do mundo, em 1958, 1962 e 1970, marcou 77 golos nas 92 internacionalizações pela seleção brasileira e jogou pelo clube brasileiro Santos e pelo Cosmos, dos Estados Unidos.

Foi ainda ministro do Desporto no governo de Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 1998, e eleito o desportista do século pelo Comité Olímpico internacional (1999) e futebolista do século pela FIFA (2000).

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