Portugal está empatado com o México no jogo de atribuição do terceiro e quarto lugar da Taça das Confederações. Na última partida lusa na prova, a equipa lusa viu Luís Neto marcar o único golo, mas na baliza errada e Pepe a empatar nos descontos.

Com oito alterações face ao último jogo, Fernando Santos deu oportunidade a vários jogadores com menos minutos de prova. As alternativas iam da defesa ao ataque e Portugal entrou mais forte do que a equipa ‘azteca’.

Com Gelson e Pizzi em destaque, Portugal dispôs de uma oportunidade soberana de chegar à vantagem aos 13 minutos. Depois de um grande passe de Pizzi, André Silva ficou frente a frente com Ospina, mas foi derrubado por Rafa Marquéz. Na sequência do lance, o árbitro do encontro consultou o vídeo-árbitro que deu grande penalidade para Portugal. Chamado a converter, André Silva manteve o enguiço na marca dos 11 metros e permitiu a defesa do guarda-redes mexicano.

A equipa ‘azteca’ ainda assustou perto da marca da meia hora, mas Rui Patrício manteve o golo a zeros. O guardião respondeu bem ao alivio de Pepe que desviou em Rafa Marquéz e que ia a caminho das redes lusas.

Num encontro com menos intensidade do que o primeiro embate da fase de grupos, o México voltou a estar perto do golo. Carlos Vela trabalhou bem fora da área deixou a bola redondinha para Chicarito Hernández. O avançado do Bayer Leverkusen tirou um defesa do caminho com classe e rematou para uma enorme defesa de Rui Patrício.

A segunda parte começou com mais uma grande intervenção do guarda-redes de Portugal. Rui Patrício teve de se aplicar para defender o remate da equipa mexicana depois de Eliseu ter permitido a Herrera uma jogada de entendimento pela direita.

A primeira jogada de perigo de Portugal na segunda parte chegou aos 53 minutos depois de Danilo Pereira ter atravessado mais de metade do relvado com a bola controlado. O médio deixou a bola em André Silva que colocou de forma exímia no domínio de Gelson, mas o remate saiu ao lado. ´

Na resposta, os ‘aztecas’ chegaram ao golo num momento de azar de Neto. Após uma jogada pela esquerda, Carlos Vela fez o cruzamento que embateu em Neto antes de entrar dentro da baliza de Portugal. O central acabou por marcar na estreia na Taça das Confederações, mas no sítio errado.


Golo fez soar o alarme

A perder, Portugal investiu e atravessou o melhor momento na partida. Por três ocasiões esteve perto de fazer a igualdade e por três vezes Ospina negou o golo. Destaque para a intervenção do guardião perante o cabeceamento de Gelson Martins que permitiu a melhor defesa do encontro.

Já sem Nani e campo, Portugal tentava procurar o empate com o México a procurar o contra-ataque. O domínio da seleção nacional foi-se acentuado à medida que o encontro se aproximava do fim, mas o perigo maior acabou por ser do México que através de Chicarito e Layún ia mantendo a equipa lusa em sentido.

Num último esforço, Fernando Santos lançou Adrien Silva e André Gomes para tentar um último assalto à baliza mexicana. Sem opções de ataque no banco, os dois médios eram os jogadores mais ofensivos que o selecionador tinha à sua disposição. O esforço acabou por dar em golo e o encontro acabaria por ir para o prolongamento. Pepe marcou o golo após um grande cruzamento de Quaresma.

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