A Costa do Marfim é a grande vencedora da CAN. A seleção da casa venceu na final, jogada este domingo, a Nigéria, treinada pelo português José Peseiro, por 2-1.

Os nigerianos até foram os primeiros a marcar e chegaram ao intervalo em vantagem, mas viram os anfitriões virarem o marcador no segundo tempo.

Para os costamarfinenses, a conquista do título é o fim perfeito para uma caminhada que foi uma autêntica montanha russa de emoções: com um desempenho aquém das expetativas na fase de grupos, a Costa do Marfim chegou a pensar que estava eliminada. Despediu o selecionador, mas uma conjugação perfeita de resultados permitiu--lhe, afinal, apurar-se como uma das melhores terceiras classificadas.

Depois, foi passando no limite uma e outra eliminatória até chegar à final onde, mais uma vez, teve de sofrer e muito para levar de vencida a Nigéria.

Troost-Ekong deu vantagem aos nigerianos na sequência de um canto batido por Iwobi, ao levar a melhor sobre  Aurier e cabecear para o fundo da baliza de Fofana. A reviravolta chegou no segundo tempo. Kessié levou a melhor nas alturas sobre Bassey e Zaidu e, também de cabeça, bateu Nwabali para o 1-1. Depois, já dentro dos dez minutos finais, Adingra arrancou pela esquerda e cruzou para Haller desviar para o fundo das redes.

A Nigéria tentou responder e o jogo teve ainda sete minutos de compensação para lá dos 90. Mas a Costa do Marfim resistiu e ergueu mesmo o troféu, para alegria dos adeptos da casa e para desespero de José Peseiro.

A Costa do Marfim chegou assim ao seu terceiro troféu na competição, depois dos triunfos em 1992 e 2015, enquanto a Nigéria falhou o seu quarto, depois de ganhar em 1980, 1994 e 2013.

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