Hugo Viana está de corpo e alma na seleção apesar de não ter feito parte das escolhas iniciais de Paulo Bento. O médio do Sporting de Braga lamenta ter chegado aos 23 por causa da lesão de um colega, mas frisou que agora só pensa em ajudar os colegas nos objetivos definidos.

«Nunca queremos vir à seleção pelo azar de um colega. Mas o azar de uns é a sorte de outros. Gostaria que o Carlos fizesse um grande europeu, mas agora resta-me desejar-lhe as rápidas melhoras e que a sua situação pessoal acabe da melhor maneira», disse numa alusão ao problema de saúde que afeta Gustavo, o filho de Carlos Martins.

Depois da chamada, Viana assume que foi invadido de «muita alegria e felicidade» e quer ajudar Portugal a chegar longe na prova a realizar na Polónia e Ucrânia.

«A partir deste momento penso em ajudar o país e a seleção. Ser titular ou suplente não é importante. Agora o que importa é que a seleção consiga atingir os seus objetivos. Isso é que é importante.»

O jogador já estava de férias quando recebeu a notícia de que tinha de vir representar a seleção e contou que se torcesse de fora nutriria o mesmo sentimento que hoje tem pela prestação dos colegas.

«Se fosse eu a fazer a convocatória punha o meu nome, mas respeitei a decisão do selecionador. Eu não estava nos primeiros 23, mas a minha vontade e desejo era que ganhassem. Agora, estando cá dentro, será o mesmo.»

Com a sua chegada, a seleção nacional ganha opções diferentes, mas Hugo Viana frisa que terá de ser ele a adaptar-se ao esquema que Paulo Bento tem montado para a equipa.

«Em qualquer lugar e em qualquer equipa, o jogador deve adaptar-se à forma como a equipa joga. Cheguei hoje e é óbvio que terei de ser eu a adaptar-me como é óbvio», concluiu o médio, que esta tarde já vai treinar com o grupo que desde segunda feira estagia em Óbidos.

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