Mesmo tendo jogado bem e superiorizando-se ao adversário na etapa derradeira, o Recreativo da Caála não foi além de uma igualdade a um golo (1-1), na tarde deste sábado, na recepção ao Petro de Luanda, para a 7. ª jornada do campeonato.

Depois das duas derrotas seguidas, os “caalenses” apresentaram-se diante dos “tricolores” destemidos e cheios de atitude, jogando com personalidade e tocando bem a bola, impondo-se desde cedo.

Como que se de um dono do jogo se tratasse, o Caála quase adiantaria-se no marcador aos 18', com Paizinho a desviar de cabeça a bola por cima da baliza, depois de um cruzamento de Balakay.

A equipa caseira pressionava a saída de bola do Petro de Luanda, que continuava inoperante na partida, fruto da nulidade das suas principais referências no meio campo, sobretudo o seu capitão Job.

Após 20', finalmente os “tricolores” conseguiram dar equilíbrio ao jogo, mas acertavam muito pouco nas acções ofensivas, já que o meio-campo e o ataque não pareciam estar em sintonia, tal eram as constantes perdas de bola no momento da transição defesa-ataque.

Ainda assim, coube ao conjunto do Catetão abrir o marcador, aos 27', por intermédio de Tony, na conversão de um penalti, castigando bola à mão do defesa Silva, depois de um remate do avançado Yano, dentro da área.

Apesar do golo sofrido, o ritmo dos “caalenses” manteve-se, com os seus médios a não darem espaços aos opositores. Tchitchy, dos mais inconformados com o resultado, tentava, a todo custo, repor a igualdade, rematando várias vezes de longa distância. Em dois destes remates, cheios de intenção, o guarda-redes Elber teve de esforçar-se ao limite.

A etapa complementar seguiu com a mesma toada. Com mais volume de jogo, o Recreativo da Caála continuou a chegar mais ao ataque e com perigo. Aos 65', Balakay, assistido por Tchitchy, dentro da área, fez o público gritar golo, mas a bola acabou passando bem junto do poste.

O Petro de Luanda se defendia e tentava explorar o contra-ataque, mas continuava a não acertar. Ora por mérito da estratégia defensiva contrária, ora por “tamanha” displicência dos seus jogadores.

Com o adversário apertando a marcação, as dificuldades para furar o bloqueio “caalense” se tornaram maiores. A superioridade era da equipa de casa que buscava o golo da igualdade que viria a chegar aos 85', através de Nilton, na marcação de um livre directo próximo da grande área.

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