O treinador do Deportivo da Corunha, Fernando Vazquez, considerou hoje que o plantel do clube que falhou a permanência na Liga espanhola de futebol tinha jogadores portugueses em excesso, embora com qualidade.

Fernando Vasquez, que em fevereiro substituiu o treinador português Domingos Paciência e que irá continuar na II Divisão à frente do Deportivo, referia-se a Zé Castro, Sílvio, André Santos, Pizzi, Bruno Gama, Diogo Salomão e Nelson Oliveira, além de Roderick Miranda e Tiago Pinto, que deixaram o clube em janeiro.

«Os portugueses eram excessivos em número, mas não eram maus», sustentou Fernando Vazquez, que falava à imprensa na Corunha.

Nelson Oliveira, que ficou abaixo das expectativas criadas, e que foi um dos alvos preferidos da massa associativa do Deportivo, a qual o português mandou calar após marcar um golo frente ao Espanyol (2-0), mereceu especial atenção.

«Nelson Oliveira vai ser um grande jogador. Não sei quando, mas vai ser. É inteligente, mas denota ainda falta de maturidade. Não sabia ser suplente», considerou o treinador.

O avançado português chegou ao Deportivo, como quase todos os portugueses, pela mão do empresário Jorge Mendes, que mantém relações de amizade com o presidente do clube galego, Augusto César Lendoiro.

«Necessitamos de bons avançados. Jogadores que marquem 20 golos cada. Se o Jorge Mendes os tiver, pois então que os traga para o Deportivo», considerou ainda Fernando Vazquez.

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