Pep Guardiola realiza esta sexta-feira o seu último jogo como treinador do Barcelona, antes de passar o testemunho ao seu adjunto e futuro técnico principal dos catalães, Tito Vilanova.

Porém, na imprensa espanhola circulavam rumores de alguns problemas no seio da equipa técnica blaugrana, algo prontamente desmentido por Guardiola na conferência de imprensa de antevisão da final da Taça do Rei, frente ao Athletic Bilbao.

«Conheço o Tito há 13 anos, mas quem sente que tem de parar sou eu. Isso não implica que todos os outros tenham de o fazer», afirmou o ainda treinador da equipa catalã.

Guardiola explicou ainda como foi comunicado a Vilanova que ele iria "herdar" o comando técnico do Barcelona.

«Em novembro tive um encontro com Zubizarreta [diretor do clube], na qual me propôs que Tito fosse o futuro treinador do Barça. Respondi-lhe que me parecia muito boa ideia e no dia do jogo com o Chelsea [nas meias-finais da Liga dos Campeões] disse ao Tito: ‘acho que chegou o momento. Vão oferecer-te o cargo de treinador.’ Fui eu que lhe disse, ele não sabia de nada», sentenciou.

Por fim, o técnico fez um balanço da sua passagem de quatro anos pelo comando do Barça, onde sobressai uma desilusão muito recente. «Não ter ido à final da Liga dos Campeões deste ano. Ainda sinto alguma amargura por isso. Mas, de qualquer forma, também devo felicitar o Chelsea [que eliminou o Barcelona nas meias-finais e conquistou depois o troféu]. Era uma geração de jogadores que merecia este título, começando por Petr Cech».

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