O presidente do Atlético de Madrid defendeu hoje o treinador “colchonero”, Quique Flores, relativizando o incidente protagonizado pelo antigo técnico do Benfica e um jogador adversário, após a derrota deste fim-de-semana diante do Espanyol (2-3).

“Não (temo castigo pesado). Não foi a Revolução Francesa. Foi um acidente, uma altercação como muitas outras num campo de futebol. Como não estou no Comité de Competições e Disciplina (da Real Federação Espanhola de Futebol), não sei qual será (a sanção). Acho que ficará bem um jogo (de suspensão)”, disse Enrique Cerezo.

Na partida da 13.ª ronda da Liga espanhola, Quique Flores envolveu-se com o avançado adversário Luís Garcia, num lance perto do banco de suplentes e, depois, já no final da partida.

“Também há que ter em conta o momento de nervos e tensão que se vivia no encontro. As coisas acontecem. O importante é que perdemos e agora temos de recuperar estes três pontos noutro jogo, noutro sítio”, afirmou ainda Cerezo.

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