Desde a saída de Neymar do Barcelona para o PSG por 222 milhões de euros, que o presidente da Liga espanhola tem vindo a acusar o clube francês de corrupção. O Manchester City também foi referenciado.

"Os seus ingressos reais não lhes permitem gastar tanto dinheiro em contratações. O Paris Saint-Germain e o Manchester City inventaram patrocinadores fictícios, vinculados a Estados, com quantidades que não correspondem ao preço de mercado", disse Javier Tebas, em entrevista ao jornal L’Équipe.

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