O estádio Vicente Calderón vai encher para ver os arqui-rivais disputarem um jogo em que a vitória é crucial para ambas as equipas, embora por razões distintas.

Quique Flores chegou há cerca de duas semanas para tentar reerguer um histórico do futebol europeu, cada vez mais afundado na tabela classificativa. Apesar da derrota frente ao Chelsea, para a “Champions”, outro Atlético, ainda não visto esta época, esteve em campo, mostrando que ainda “mexe”.

A 16 pontos do líder Barcelona e a 15 dos rivais madrilenos, a derrota significa, não só perder para o “maior inimigo”, como um lugar cada vez menos confortável no fim da tabela.

O Real Madrid, por seu turno, com a equipa milionária que tem, não pode vergar ante os “colchoneros”. Desde que Ronaldo se lesionou, os madrlistas apenas conseguiram duas vitórias (Valladolid e Getafe), em sete possíveis, e sofreram a “humilhação” da temporada frente ao Alcóron, da II Divisão B espanhola, por 4-0. Nem o empate em San Siro (1-1) foi visto com muito bons olhos. Pellegrini vai deixar novamente Raúl no banco, depois de o dar como "titularíssimo". Há três anos que o capitão merengue não começava um derby no banco.

Na última década, o Atlético venceu apenas na época 1998/99. A 12 de Junho de 1999 recebeu o Real e ganhou por 3-1. Depois disso, nunca mais os “colchoneros” conseguiram levar a melhor sobre os rivais (dois empates, em 1999/00 e em 2006/07 e seis derrotas).

O jogo Atlético Madrid-Real Madrid, que opõe o 18.º classificado ao segundo da liga espanhola, realiza-se este sábado, às 21:00 (22:00 em Espanha).

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