Análise individual da equipa do Benfica diante do PSV (4-1):

Roberto – Sem trabalho na primeira parte, acabou por ‘borrar a pintura’ aos 79’, errando no lance que dá origem ao golo do PSV. Voltou a ouvir assobios na Luz.

Maxi Pereira – Regressou em boa hora ao onze encarnado e foi dos melhores da noite. Tranquilo a defender, foi ainda influente no apoio ao ataque.

Luisão – Seguro e intransponível a liderar a defesa, o capitão encarnado exibiu-se a bom nível e ajudou Jardel a integrar-se ao mais alto nível. 

Jardel – Ocupou o lugar de Sidnei sem mácula. Fez do seu poderio físico uma arma importante e praticamente não perdeu um duelo individual. Boa integração do brasileiro ex-Olhanense.

Fábio Coentrão – O internacional português não sabe jogar mal e brilhou a grande altura nesta primeira mão. Está nos dois primeiros golos e revelou-se inesgotável no flanco esquerdo, a defender sempre que foi preciso, mas sobretudo a atacar. Electrizante.

Javi García – Assertivo no domínio do meio-campo e atento nas ‘dobras’ aos colegas de defesa, o espanhol foi um autêntico ‘muro’ para os holandeses.

Salvio – Demorou a aparecer no jogo, mas surgiu a tempo de conquistar todas as atenções. Estava no sítio certo para encostar para o 2-0, aos 44’, e marcou um grande golo, aos 51’. Sempre com a baliza nos olhos, foi uma ameaça constante.

Gaitán – Não se escondeu, mas falhou quase sempre no último passe. Desperdiçou um ‘golo cantado’ aos 31’ e praticamente desapareceu na segunda parte. Foi o menos inspirado no sector ofensivo.

Aimar – Começou algo lento a circular a bola, mas cedo recuperou o seu melhor nível e arrastou a equipa para uma boa exibição. Letal a finalizar a grande jogada de Coentrão e Gaitán, aos 37, assinando o 1-0, saiu aos 78’ para dar lugar a Peixoto, sob uma ovação de pé.

Saviola – Preponderante na manobra ofensiva, ‘El Conejo’ distribuiu lances perigosos sem conta e podia ter sentenciado uma goleada histórica ao PSV, mas alcançou merecidamente o golo já nos descontos, apontando o 4-1.

Cardozo – Preso e sem muita bola na área, foi fora dela que se mostrou mais perigoso. Fez bons remates, aos 26’ e 29’, viu um golo ser anulado por fora de jogo aos 33’, e aos 66’ viu Isaksson negar-lhe o ansiado tento.

Jara (Gaitán, 78’) – O irreverente argentino tentou dar maior velocidade ao jogo e teve o mérito de despertar o Benfica de uma estranha letargia em que parecia estar a cair. 

César Peixoto (Aimar, 78’) – Entrou para dar maior consistência ao meio-campo, que estava a abrir algumas brechas.

Felipe Menezes (Cardozo, 89’) – Sem tempo para deixar a sua marca no jogo.

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