Depois do empate na jornada inaugural, frente ao Paraguai, a “squadra azzurra” terá oportunidade, em Nelspruit, frente à equipa mais modesta do grupo, de “apresentar” a sua candidatura a um quinto título.

Sem os lesionados Buffon e Pirlo, o seleccionador transalpino entregará a defesa da baliza a Marchetti, enquanto Gilardino e Iaquinta deverão manter-se como apostas no ataque da equipa, que Marcello Lippi pretende que se apresente melhor.

“Nunca vi uma equipa começar a 100 por cento e a manter esta forma durante sete jogos”, frisou o técnico transalpino.

O médio italiano Daniele De Rossi exclui qualquer outro resultado que não a vitória: “Nós somos a Itália, temos de ganhar. Não conseguir o apuramento para a segunda fase seria um completo falhanço, era como a Nova Zelândia sair na primeira ronda do Mundial de râguebi”.

Um cenário impensável também para Domenico Criscito, frente à 78.ª formação do “ranking” da FIFA – a terceira pior do Mundial2010 –, apesar das diversas surpresas registadas nas primeiras rondas da competição.

Do lado oposto, o defesa Ben Sigmund assegura a solidez do estilo de jogo neozelandês, reconhecendo que pode ser “assustador para as outras equipas”.

“Tenho a certeza que todas as equipas do grupo pensavam que iam ganhar três pontos frente à Nova Zelândia, mas talvez o empate contra a Eslováquia mude o pensamento dos italianos”, referiu o seleccionador da Nova Zelândia, Ricki Herbert, que deverá contar com o médio Tim Brown, depois da ausência no primeiro jogo devido a uma lesão no ombro.

A Itália defronta no domingo a Nova Zelândia, no estádio Mbombela, em Nelspruit, às 15:00 (hora de Lisboa), com arbitragem do guatemalteco Carlos Batres, no segundo do Grupo F, depois do confronto entre a Eslováquia e o Paraguai.

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