Os estreantes Manchester City e Fluminense são os principais candidatos no Mundial de clubes de futebol, que decorre pela primeira vez na Arábia Saudita e que se despede do atual formato.

A competição organizada pela FIFA, atualmente com sete equipas, irá ter novo modelo a partir de 2025, ano em que será pela primeira vez disputada por 32 equipas das seis confederações, tendo já definido os Estados Unidos como anfitriões.

A edição deste ano, a 20.ª, tem início na terça-feira, ainda com uma ronda de qualificação, que irá colocar frente a frente o anfitrião e campeão saudita, Al-Ittihad, aos neozelandeses do Auckland City, campeões da Oceânia.

No jogo, em Jeddah, os anfitriões contam com o avançado português Jota, jogador formado no Benfica e que chegou à Arábia Saudita esta época, quando Nuno Espírito Santo, entretanto despedido, ainda era o treinador.

O vencedor garantirá lugar nos quartos de final, fase em que defronta o campeão africano, os egípcios do Al Ahly, na mesma sexta-feira (15 de dezembro) em que os mexicanos do Club León, campeões da CONCACAF, jogam diante dos japoneses do Urawa Red Diamonds, campeões asiáticos.

Os grandes candidatos, da zona sul-americana e Europa, o Fluminense, inédito vencedor da Taça dos Libertadores da América, e o Manchester City, também pela primeira vez campeão europeu, apenas entram em ação nas meias-finais.

Os ingleses, que contam com os internacionais lusos Rúben Dias, Bernardo Silva e Matheus Nunes, são os principais favoritos na competição, em que irão ter pela frente os mexicanos do clube León ou os japoneses do Urawa Reds.

Essa meia-final será a segunda do torneio, agendada para 19 de dezembro, um dia depois de o Fluminense defrontar uma equipa saída do grupo Al-Ittihad ou Auckland City/Al-Ahly.

O Mundial de clubes tem sido dominado por equipas do continente europeu, que acumulam 15 títulos em 19 possíveis, e com triunfos nas 10 últimas edições, num contexto em que o Real Madrid reina com cinco troféus (2022, 2018, 2017, 2016 e 2014).

Além de equipas europeias, apenas emblemas do Brasil foram capazes de se intrometer nessa hegemonia, nomeadamente o Corinthians, por duas vezes (2012 e 2000), Internacional (2006) e São Paulo (2005).

A Arábia Saudita é o palco de ‘despedida’ de um formato neste Mundial de clubes, num contexto em que o país tenta também afirmar-se no futebol mundial, apostando na vinda de importantes futebolistas, alguns na fase final da carreira e atraídos por condições financeiras significativas, casos de Cristiano Ronaldo ou Benzema, mas também Neymar.

O país será também o anfitrião do Mundial de futebol de 2034, à semelhança da organização de outro país árabe em 2022, o Qatar, e sucederá às organizações de Estados Unidos, Canadá e México, em 2026, e de Portugal, Espanha e Marrocos em 2030.

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