A contratação de Rúben Dias constituiu um importante investimento por parte do milionário Manchester City, apesar de conhecida a disponibilidade financeira do emblema orientado por Pepe Guardiola, mesmo tendo em conta a pandemia do COVID-19.

Os 68 milhões de euros pagos pelo City tornam a transferência do defesa internacional português na segunda mais cara de um futebolista português, só atrás de João Félix.

"Gastámos de forma acertada", começou por dizer Omar Berrada, diretor de operações do City, citado pelo 'Manchester Evening News'. O dirigente explicou que a contratação do jogador de 23 anos se tratou de uma operação muito bem pensada.

"Tínhamos um plano e não fomos reativos, mas sim assertivos. Fazemos a avaliação de cada jogador. Sabíamos que queríamos reforçar aquela posição e os jogadores que podiam preencher essa vaga. Tínhamos que acertar. Foi também por isso que não avançamos para [Harry] Maguire (o central está atualmente no Manchester United]", referiu, antes de terminar este assunto em tom de elogios para o jogador português.

"Ficámos com o jogador que queríamos, pelo preço que queríamos", rematou.

Rúben Dias já somou uma partida pelo City.

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