Segundo uma nota à imprensa, os núcleos de árbitros do distrito (Ave, Barcelos, Braga, Fafe, Famalicão e Guimarães) decidiram-se por esta tomada de posição devido a questões de fiscalidade, uma vez que “neste momento é obrigatória a coleta de árbitros jovens em formação, tendo os mesmos de passar recibos verdes de valores insignificantes, perdendo por esse motivo o direito a bolsas de estudo e abono de família”.

Este é um “protesto” contra “um procedimento fiscal que é injusto para os árbitros em formação e que pretendem enveredar por uma carreira” na arbitragem, “afastando-os inevitavelmente da actividade, com prejuízo directo para o desporto amador, regional e nacional”, pode ler-se.

Os árbitros bracarenses lembram ainda a promessa de resolução da questão feita há quatro anos pela Administração Fiscal e secretaria de Estado da Juventude e do Desporto.

Os núcleos decidiram também que, se esta situação não for resolvida, não participarão no recrutamento e formação de novos árbitros.

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