O Desportivo de Chaves quer “dar significado” à vitória na última jornada e procurar “vitórias consecutivas” frente ao Marítimo, em casa, para a 20.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disse hoje o técnico Tiago Fernandes.

“Sabemos que para atingir o objetivo [manutenção] temos de ter vitórias consecutivas, e a vitória em Portimão (1-0) na última jornada só tem significado se ganharmos ao Marítimo em casa”, assumiu o treinador do emblema de Trás-os-Montes, penúltimo classificado com 15 pontos, na conferência de imprensa de antevisão à receção aos madeirenses, este sábado, às 15:30.

Tiago Fernandes alertou que a sua equipa precisa de ter “ânimo, ambição e confiança” para vencer dois jogos consecutivos, de forma a sair dos lugares de descida na classificação.

Nos últimos seis jogos, o Desportivo de Chaves perdeu apenas um, com o FC Porto em casa para a I Liga, mas o técnico lembrou que “no futebol tudo muda de um momento para o outro” e realçou que os jogadores devem estar “preparados e precavidos”.

O Marítimo, que ocupa o 12.º lugar com 20 pontos, perdeu na última jornada, em casa com o Rio Ave (2-0), mas venceu nas duas últimas deslocações, e Tiago Fernandes alertou que o adversário “não vai querer falhar” pelo segundo jogo consecutivo.

“É uma equipa com bastante qualidade, um excelente plantel, jogadores com capacidade individual e que tem jogado bem nos últimos jogos fora, conseguindo vitórias importantíssimas. O facto de terem perdido faz com que venham mais despertos e concentrados”, vincou.

O treinador dos ‘flavienses’ anteviu um jogo “muito tático”, mas também com muitos “duelos, agressividade e competitividade”, em que vai ser necessário estar sempre equilibrado.

“Temos de ter equilíbrio emocional e inteligência tática e quando tivermos bola temos de ser uma equipa ‘à Chaves’, com atitude, querer e alma”, analisou.

Com o fecho do mercado de transferências, o Desportivo de Chaves assegurou seis reforços e viu serem vendidos dois jogadores. Tiago Fernandes garantiu estar “satisfeito” com o plantel, destacando que o segredo foi “saber escolher e com critério”.

“Já conhecia os jogadores e falei pessoalmente com todos os que vieram, para saber o que eles pretendiam e explicar o projeto do clube, pois isso é meio caminho andado para a contratação. Foi muito importante a chegada deles, pois integraram-se facilmente e as saídas foram boas, pois em termos financeiros significaram um recorde para o clube”, destacou.

Os extremos Luther Singh, sul-africano emprestado pelo Sporting de Braga, e Rúben Macedo, português emprestado pelo FC Porto, o defesa sérvio Nemanja Calasan, ex-Spartak Subotica, e o argentino Gastón Campi, emprestado pelo Estudiantes, e os médios Erdem Sen, turco ex- Ankaragücü, e Costinha, português ex-Vitória de Setúbal, foram as contratações dos transmontanos.

Em sentido inverso, o Desportivo de Chaves perdeu o defesa central brasileiro Marcão, vendido ao Galatasaray, da Turquia, o médio internacional sub-21 por Portugal Stephen Eustáquio, transferido para o Cruz Azul do México, e rescindiu "por mútuo acordo" com o defesa português Filipe Brigues e com o atacante georgiano Avto.

Sem divulgar a lista de convocados, o técnico confirmou, na conferência de imprensa, as ausências dos médios João Teixeira e Ghazaryan, ainda a treinarem de forma condicionada, por lesão.

O Desportivo de Chaves, 17.º e penúltimo classificado com 15 pontos, defronta o Marítimo, 12.º com 20, no sábado, às 15:30, no Estádio Municipal Eng.º Manuel Branco Teixeira, em Chaves.

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