O Desportivo das Aves e o Vitória de Setúbal reprovaram os processos de licenciamento rumo à próxima temporada, já o Portimonense beneficiou da despromoção desses dois clubes para regressar ao escalão principal do futebol português. Em declarações ao jornal 'O Jogo', o acionista maioritário da SAD dos algarvios referiu que a pandemia não é desculpa.

"Não se desculpem com a pandemia. Estávamos todos no mesmo barco, com o mesmo problema, e todos os clubes cumpriram os prazos da entrega dos pressupostos, menos Aves e Setúbal. O prazo é como uma inscrição e quem não o cumpre tem de arcar com as consequências, que, no caso, acarreta a desclassificação, como decidiu a Liga", referiu Theodoro Fonseca.

"Não há como dar a volta. Os regulamentos são claros, os prazos e as leis também e não pode haver solidariedade com incumprimentos. Somos um clube centenário. A SAD tem cinco anos e sempre cumpriu com todos os requisitos, respeitando valores morais e éticos e investindo em estruturas para projetar o futuro. Se todos os outros o fizeram a tempo, repito, o incumprimento tem de ser punido, e, por isso, Aves e Setúbal foram despromovidos", acrescentou ainda.

Recorde-se que depois de decididas as despromoções de Vitória de Setúbal e Desportivo das Aves, a Liga de clubes convidou o Portimonense, que tinha sido 17.º posicionado e despromovido, a manter-se na I Liga e o Cova da Piedade e o Casa Pia a manterem-se na II Liga, depois de terem sido despromovidos administrativamente, com o cancelamento do segundo escalão, devido à pandemia de covid-19.

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