Pela quinta época consecutiva, Jorge Jesus comanda o Benfica e a pressão nunca foi tão grande sobre os ombros do treinador de 59 anos.

O dececionante final da última temporada, onde o clube da Luz perdeu todas as provas que estava a disputar, levantou uma onda de contestação ao técnico encarnado. Os protestos chegaram a sobrepor-se às vozes que defendiam a sua renovação, mas Jesus acabou mesmo por permanecer na Luz quando muitos o queriam crucificar.

A derrota na jornada inaugural desta Liga (1-2 com o Marítimo) mais não foi que um prolongamento da amargura de 2012/13, ameaçando ruir o projeto do experiente treinador, esta época erguido em torno de uma armada sérvia. Os muitos reforços de leste estão ainda em fase de adaptação, embora Markovic, Djuricic e Sulejmani estejam já mais perto de acompanhar Matic na equipa inicial.

Após a ‘entrada em falso’ no campeonato, o Benfica corrigiu a rota com o Gil Vicente apenas nos descontos, com o treinador a considerar esta como uma vitória da «união».

Porém, esta união pode ficar hipotecada no dérbi. O duelo com o rival Sporting tem um peso diferente dos outros jogos e um desaire pode deitar, definitivamente, tudo a perder.

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