O Gil Vicente alertou hoje o Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol para a necessidade de prevenir «situações anómalas» na última jornada da I Liga, defendendo que tem havido «intencionalidade de prejudicar o clube».
Os minhotos queixam-se de um penálti que não foi assinalado a seu favor na derrota 2-1 no Rio Ave: «Tal situação não pode ser justificada apenas como um erro de arbitragem, mas antes como uma intencionalidade em prejudicar este clube, como já aconteceu em jogos anteriores, como em Guimarães».
Os gilistas falam lamentam uma «mão na bola, na área» do Rio Ave e, no jogo anterior, um golo “limpo” anulado a Hugo Vieira no terreno do Vitória «por fora-de-jogo inexistente», ao que se junta a «validação do terceiro golo do Vitória de Guimarães quando o seu jogador estava em posição irregular».
Antes da decisiva receção ao Estoril, o Gil Vicente está em 13.º com 25 pontos, apenas mais um do que Olhanense e Moreirense e mais dois do que o “lanterna vermelha” Beira-Mar, quando descem duas equipas.
O clube assume o seu «respeito pela ética e verdade desportiva, assim como pelo fair-play competitivo», pelo que defende «arbitragem isenta, imparcial e objetiva», um dos motivos pelos quais é favorável à «profissionalização da arbitragem».
O Gil Vicente recorda que, «ao contrário de outros», tem «mantido reserva» quanto às arbitragens, «mesmo quando praticam erros grosseiros com prejuízos para os objetivos do clube».
Por isso, e após várias situações de queixa, o clube assume o seu «frontal, justo e legítimo desagrado face à arbitragem» de Vila do Conde e apela à atenção do conselho de arbitragem na ronda decisiva.

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