"O processo aguarda o envio do relatório final da Polícia Judiciária (PJ)", disse uma fonte oficial da PGR, em resposta a questão da agência Lusa.

Os magistrados da 9.ª secção do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa que conduzem o inquérito aguardam o resultado de diligências pedidas à PJ para produzir o despacho final.

A decisão do DIAP determinará se o processo será arquivado ou se José Veiga acabará por ser pronunciado para ir a julgamento, pelos alegados crimes de fuga ao fisco, branqueamento de capitais e outras práticas ilícitas.

Os factos que são imputados a José Veiga ocorreram alegadamente aquando da transferência de João Vieira Pinto do Benfica para o Sporting, no verão de 2000.

A investigação foi aberta em 2005 e José Veiga foi detido na manhã de 20 de Novembro de 2006, na sua residência em Cascais, para ser ouvido no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa.

Após um interrogatório de 35 minutos, o agente FIFA foi constituído arguido com termo de identidade e residência e depois do pagamento de uma caução, cujo montante se desconhece. À saída do TIC, José Veiga clamou inocência e afirmou: "Não sei de que é que sou acusado".

O ex-director geral do Benfica de 2004 a 2006 terá participado na transferência, consumada na madrugada de 01 a 02 de Julho de 2000, de João Pinto para o Sporting, clube a que esteve vinculado durante quatro temporadas.

A Sporting SAD apresentou uma queixa-crime (já resolvida por acordo mútuo) e acusou o empresário de ter recebido um prémio de transferência no valor de 3,292 milhões de euros, o que José Veiga negou em entrevista à SIC, referindo ter sido vítima de "uma cabala".

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