O presidente da Académica, José Eduardo Simões, acusou hoje a Associação de Futebol de Coimbra (AFC) de «falta de profissionalismo» na venda dos ingressos para a final da Taça de Portugal.

O líder da “briosa” considerou «uma vergonha» que funcionários daquele organismo tivessem ficado com as reservas dos bilhetes para a final de domingo, que opõe a Académica ao Sporting.

«Chegou à minha posse uma lista da AFC em que, por exemplo, funcionários ficaram, uns com 130 bilhetes, outros 120, outros 90 e ainda uma agência de viagens da cidade requereu 215 bilhetes, coisas absolutamente fora de qualquer tipo de profissionalismo», sublinhou.

José Eduardo Simões falava aos jornalistas no final da cerimónia do «pontapé de saída» da semana que antecede a final da Taça de Portugal.

Na cerimónia foi apresentada a nova marca da Briosa, assim como o símbolo do clube e da Taça de Portugal conquistada em 1939, bem como o novo equipamento que os “estudantes” vão vestir no Estádio Nacional, onde são esperados entre 14 a 15 mil apoiantes do clube de Coimbra.

O presidente reconheceu que a Académica realizou uma época «atípica», justificando a irregularidade da equipa a partir de janeiro com o “esfrangalhar” do eixo central da defesa.

José Eduardo Simões disse ainda que os organismos competentes aceitaram «sem qualquer reserva» a candidatura da Académica à participação na Liga Europa.

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