O brasileiro viajou desde o Funchal na passada sexta-feira num voo para o Porto, onde permaneceu até terça-feira, com tempo para fazer exames médicos no clube que o contratou ao Atlético Mineiro, sem o consentimento do Marítimo que é a entidade com quem o jogador mantém um contrato de trabalho até Dezembro de 2012.

“Ele viajou sem ter dito nada. Soubemos que esteve no Porto durante o fim-de-semana e que na terça-feira de manhã apanhou um avião para o Brasil”, garantiu a mesma fonte, revelando que Kléber “continua mal aconselhado”.

O Martítimo, por sua vez, tem o caso entregue ao departamento jurídico do clube e continua a acreditar que a razão está do seu lado.

“O Atlético Mineiro sabe o contrato que fez e os valores que o Marítimo pretende para libertar o jogador. Eles só têm que cumprir o que ficou estipulado. Da nossa parte, não inscrevemos o jogador, salvaguardando a negociação, mas esperando também que sejam correctos connosco”, assegurou a fonte da agência Lusa, adiantando também que, neste caso “tem havido um comportamento incorrecto por parte do FC Porto.

Kléber foi contratado pelo Marítimo no ano passado ao Atlético Mineiro, a título de empréstimo, mas em Dezembro de 2009, o clube de Minas Gerais alargou o compromisso até 2012, ficando também assente no contrato uma opção de compra do passe do jogador que o emblema brasileiro não respeitou, acabando por vender os direitos desportivos do avançado à SAD portista.

O Marítimo já fez saber que só deixará sair o jogador se o clube for ressarcido com uma verba não revelada, mas da qual o Atlético Mineiro tem conhecimento.

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