O Ministério Público pode impedir a realização do acto eleitoral no SL Benfica por estar em curso uma alegada ilegalidade. De acordo com o despacho do juiz que cita o Benfica a pronunciar-se sobre a providência cautelar interposta pelo candidato Bruno carvalho, a candidatura de Luis Filipe Vieira está suspensa até que o assunto fique resolvido nos tribunais. Para o advogado Francisco Pimentel, compete ao Ministério Público impedir que se pratiquem actos que violem a lei.

Manuel Vilarinho, que na qualidade de presidente da Assembleia Geral do clube tem poderes para afastar a candidatura de Vieira, e desta forma cumprir as ordens do juiz, decidiu manter as duas listas no acto eleitoral alegando, entre outras coisas, que a citação “não vinha acompanhada por nenhum despacho”.

Minutos depois das declarações de Vilarinho, o candidato Bruno Carvalho, acompanhado pelo advogado Francisco Pimentel, garantem que o despacho foi entregue e que “existem provas” disso. “Se calhar têm de procurar melhor nos papéis, e pode ser que o encontrem (despacho) até amanhã de manhã, tenho sempre essa esperança”, disse Bruno Carvalho.

O candidato da Lista B garantiu ainda que mesmo que vença as eleições desta sexta-feira, vai convocar novo acto eleitoral para daí a seis meses.

Depois do acto eleitoral de hoje, e no caso de não ser interrompido por ordem judicial, a batalha jurídica promete manter-se por mais alguns dias já que Bruno Carvalho garante que tudo fará para “fazer cumprir os estatutos do Benfica”.

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